20 maio 2010

Autenticidade



Ser autêntico numa sociedade que se estrutura em consumo de massa é uma dádiva de rebeldes.

Enquanto há tanta gente fazendo o esforço possível para parecer a Barbie ou um cara super “cool; sempre tem os rebeldes que vão na contra mão e não têm medo de pensar e agir diferente.

Aqueles que vão na contra mão da massa são os que acabam se destacando pela personalidade, talento e estilo. Às vezes, podem até parecer exagerados ou arrogantes pela forte opinião e estilo, mas a integridade que eles tem consigo mesmo é admirável e de se respeitar – mesmo que não se concorde com o ponto de vista deles.

Ser autêntico não significa necessariamente vestir-se esdruxulamente, falar alto em lugares públicos, ou se comportar de maneira rude para mostrar aos outros sua “personalidade”. Ser autêntico é pensar, falar e agir de acordo com os próprios valores e no seu modo de se expressar.

Ter coragem de questionar se o que “todo mundo” acha que está bom, está realmente bom pra você também. Questionar se o que está “certo”, ou o que veste bem, ou o que “todo mundo” gosta e pensa, serve para você também.

Ter coragem de se expressar quando algo não está de acordo com seus valores, gosto ou opinião. Ter uma posição própria – de preferência, bem informada - em relação às coisas ao seu redor.

Concordar cegamente com a informação e moda transmitida pelos meios de comunicação de massa, é ser zumbi e escravo da mediocridade e manipulação.

Ter opinião própria, ser diferente e agir diferente da massa é explorar diferentes caminhos, buscar autenticidade e a expressão de si mesmo.

Você pensa por si mesmo ou pela opinião da mídia?

Expresse o que você tem de melhor.

Por qual sonho você acorda todos os dias?

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Viva a vida em direção aos seus sonhos.
Um passo de cada vez.


Por Iria Sebastiao


(Copyright © 2010)

13 maio 2010

Tudo está certo



Tudo, absolutamente TUDO, é para um bem maior. Mesmo que quase sempre a gente não consiga perceber isso por causa da nossa visão limitada.

Mesmo grandes tragédias trazem coisas mais positivas, que negativas ao longo do tempo. Se não acontecessem terremotos, tsunamis, doenças, perda de pessoas queridas e outras tragédias naturais, ou causadas pelo homem (guerras e outras destruições), certamente o individualismo egoísmo seria mais monstruoso do que é hoje em dia.

Sempre depois de algum acontecimento trágico, ou de uma grande perda (alguma pessoa querida, emprego, resultado do trabalho de uma vida, saúde que parecia perfeita, etc.), sempre se tem a opção de viver o resto da vida lamentando pelo que passou (e viver no passado) ou mover adiante e fazer o melhor possível com as novas possibilidades.

Naturalmente, acontece um período de sofrimento e dor pela perda, pois é necessário processar os sentimentos depois de uma situação traumática; mas, se entregar a esses sentimentos por período prolongado é escolher viver no passado e apegado a coisas que não podem ser mudadas.

A vida continua se movimentando e se transformando, independente do acontecido. É uma escolha ficar preso ao que passou, ou se abrir as novas possibilidades depois do acontecido.

Apesar de tragédias e acontecimentos não desejados, a vida continua sempre cheia de possibilidades. Basta estar aberto.

Por qual sonho você acorda todos os dias?

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Viva a vida em direção aos seus sonhos.
(Copyright © 2010)