Mostrando postagens com marcador sonho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sonho. Mostrar todas as postagens

18 junho 2010

Presentes que vêm de formas "estranhas"


Nick Vujicic é uma pessoa que nasceu com o pequeno problema de não ter braços ou pernas. Parece suficiente para depender do outros e ser infeliz para o resto da vida, certo?
Não para Nick. Apesar de ter passado por muita solidão, depressão, tentativa de suicídio aos 8 anos, além ter sofrido muito na infância e na adolescência para estabelecer sua auto-estima; ele acabou descobrindo que poderia ser inspiração para muitas.
Ele se tornou um palestrante motivacional!
Mesmo sem braços e sem pernas, aos 25 anos, ele conquistou coisas que pessoas perfeitas, saudáveis e com todo o potencial nem vão atrás com o suficiente esforço, ou porque alimentam desculpas e pensamentos limitadores pra não superar dificuldades.
Até os 25 anos, Nick se formou na faculdade, se tornou palestrante motivacional de sucesso, criou uma fundação sem fins lucrativos, abriu sua própria empresa, tem independência financeira, e leva uma vida relativamente normal transformando a vida de milhares de outras pessoas.

Stephen Hawking é um dos cientistas mais consagrados e reconhecidos da atualidade. Ele desenvolveu um incrível trabalho científico, publicou inúmeros livros e artigos, e, apesar de ter paralisia no corpo todo, leva uma vida “normal”e feliz.
Ele foi diagnosticado aos 21 anos com uma doença degenerativa, sem cura, que gradativamente paralisa todo o corpo. Para muitas pessoas um diagnóstico como este seria o fim da vida, motivo para entrar em depressão e razão para passar o resto da vida sofrendo com a morte, mesmo que esta levasse muitos anos para acontecer de fato.
Stephen, ao contrário, descobriu que tinha muito coisas boas na vida e que esta doença não seria razão para se privar delas enquanto vivesse. O pouco tempo previsto pelos médicos já durou mais de 68 anos. Stephen ainda trabalha ativamente na Universidade de Cambridge na Inglaterra e dá palestras pelo mundo. Aos 68 anos e com o corpo paralisado, tem uma vida ativa, casado, 3 filhos, carreira brilhante, vida inspiradora, e um bom humor invejável.

Stephen e Nick, embora tivessem razões e dificuldades suficientes para desistir da vida e se contentar com a auto-piedade e piedade alheia, eles encontraram um jeito de expressar o que eles têm de melhor.  O que poderia ser meramente uma desgraça, se tornou um presente e um exemplo para todos.  Ambos encontram sua forma de ser brilhante, se expressar e presentear o mundo com seus talentos . E, sobretudo, encontraram um jeito de levar uma vida “normal” e feliz.

Com esses exemplos, como dizer que não vale a pena viver?
Como acreditar que limitações não nos permitem expressar o que temos de melhor?
Será que as maiores riquezas das pessoas estão superação das limitações (físicas ou psicológicas) e nas diferenças em relação aos outros?

Qual o presente que você tem a oferecer ao mundo?

Por qual sonho você acorda todos os dias?


====================================
Viva a vida em direção aos seus sonhos.
Um passo de cada vez.

Por Iria Sebastiao

(Copyright © 2010)

====================================


Referências:

A biografia de Stephen Hawking e a relação dele com a deficiência é descrita com muito bom humor no site http://www.hawking.org.uk/ (Em inglês. Tem um link para tradução automática para o português no rodapé da página, mas fica esquisito.)

Alguns trechos de palestras do Nick Vujicic com legenda em português pode ser encontrado no Youtube.

03 junho 2010

Do que você está fugindo?




É possível levar uma vida toda explorando, mudando de planos, relacionamentos, carreiras, trabalho, práticas espirituais, cursos de faculdade; sem ir pra lugar nenhum. 

Mas é quando realmente vamos a fundo em alguma coisa (estudo, trabalho, relacionamento ou outro) é que realmente nos conhecemos. É quando temos que enfrentar nossos medos, limitações; enfrentar os obstáculos reais e imaginários.

Ser um explorador, e viver somente de passagem por tudo, não dá a oportunidade de se aprofundar nas relações com os outros e tão pouco, consigo mesmo.  Qualquer pequeno obstáculo é uma boa desculpa pra colocar o pé na estrada e tentar algo novo e diferente.

Permitir-se tempo para explorar coisas novas é bom, sim e é importante para ampliar horizontes. Mas, fazer escolhas e se comprometer é fundamental para o crescimento pessoal e realmente descobrir todo o potencial de que somos capazes.

Para se chegar a algum lugar realmente desafiador e descobrir o nosso poder pessoal é necessário comprometimento e persistência.

Enfrentar-se é a maior das batalhas; e a maior das conquistas.


De que compromisso você está fugindo?

Qual aspecto de si mesmo você evitando?

Talvez é onde esteja seu maior tesouro.


Por qual sonho você acorda todos os dias?


============
Viva a vida em direção aos seus sonhos.
Um passo de cada vez.

Por Iria Sebastiao

(Copyright © 2010)


28 agosto 2009

Vazio ou espaço?




Em grandes transformações da vida acontecem fases que podem ser encaradas como vazio ou espaço. E isso são duas coisas diferentes sim.

Esse vazio ou espaço geralmente ocorre em momentos quando pessoas queridas partem (de mudança ou viajem astral), troca ou perda de trabalho ou casa, final de período de estudo que chega, entre outros.

E essa fase “após alguma coisa” pode ser preenchida com reações dramáticas (vazio) ou com a preparação, até mesmo celebração para algo novo (espaço).

Há alguns dias conheci uma mãe que estava “enviando” a quarta filha para fazer faculdade num outro Estado. As outras 3 filhas já estavam com a vida encaminhada. Como companheira em casa, somente restara essa filha mais nova que estava de partida para a vida adulta em outro lugar.

Para esta mãe, a despedida não era somente de uma filha que ingressara na Universidade, era também de uma grande companheira e amiga que foi muito presente principalmente nos últimos 5 anos em que as duas moraram sozinhas.

E, embora esta mãe reconhecesse a profunda saudade que sentiria de sua filha e amiga, ela me disse com uma ternura que vem de alguém que ama que “esta despedida não estava deixando um vazio; mas sim, criando espaço”.

Achei esse pensamento de uma sabedoria linda.

Em situações como essas, sei que muitas pessoas escolhem dramatizar e sofrer o máximo que podem com o vazio deixado pela pessoa querida - ou por aquela(e) ingrata(o) insensível (buáááááá :-0 ). E claro que o drama tem mil e uma desculpas pra ser justificado.

Certamente esta mãe que conheci poderia tomar o caminho do drama com inúmeras razões que justificasse esse “vazio todo”; mas, muito sabiamente ela preferiu escolher uma perspectiva mais leve e ser feliz.

Ela focalizou no espaço que se abriria pra ela cuidar de si mesmo, viajar, conhecer novas pessoas, criar novas rotinas, fazer classes de arte, promover jantares para amigas, mudar os móveis da casa, rearranjar os ambientes como bem quiser...

Quantas coisas que ela havia deixado de fazer nesses anos todos porque tinha escolhido cuidar dos filhos? Quantas viagens, convites, passeios, spas ou qualquer outra coisa ela deixou de ir ou fazer porque tinha os filhos pra cuidar, atender, ajudar, ou simplesmente não queria atrapalhar a rotina deles?

Agora, ela teria mais tempo pra ela. E pra começar a aproveitar esse tempo e espaço que ela tem, ela resolve fazer a viajem pela qual esperou por 35 anos (idade da primeira filha): três semanas romanticamente com ela mesma na Europa, com direito a uma semana num SPA na Itália.
Nada como ter coragem de ter espaço para si mesmo, não é?

Por qual sonho você acorda todos os dias?


Iria C Sebastião
Escolhendo mais espaço do que vazio - pelo menos, na maior parte do tempo
Mesmo assim, sentindo muita saudade



(Copyright © 2009)

21 junho 2009

A base para a nossa grandeza




Grandes feitos e sonhos não se realizam de uma hora para a outra. Mas com paciência e trabalhando numa base consistente, se pode ir muito longe.

E quanto mais longe se quer ir, mais importante que a base seja sólida e resistente; o que requer tempo, disciplina, prática e dedicação.

Assim como um edifício alto e resistente necessita de uma estrutura sólida para suportar as intempéries do tempo, uso e possíveis acidentes; nós também precisamos de uma estrutura sólida para que possamos ir tão longe quanto desejamos e para que também possamos resistir percalços do ambiente social, familiar, econômico, profissional e outros que acontecem na nossa trajetória.

E nesse caminho, as dificuldades, os obstáculos, as decepções são instrumentos que ajudam fortalecer diversos aspectos do nosso alicerce que serão fundamentais para o nosso desenvolvimento maior.

A construção desse alicerce não é necessariamente fácil, bonito ou rápido; mas é um trabalho importante e essencial.

Para que um arranha-céu seja construído, são investidos muito material, diversos tipos de conhecimentos e muito tempo na fundação.

Essa parte da construção não é muito bonita. Parece um buraco cheio de sujeira e bagunça. Muitas vezes leva-se meses para que finalmente a construção comece aparecer acima do solo. E quanto mais alto o arranha-céu, mais fundo será o alicerce e mais tempo se leva para ver a beleza do edifício pronto. Mas sem o trabalho da fundação, o prédio não ficará em pé por muito tempo.

O mesmo funciona para qualquer profissional, seja ele um atleta, artista, médico, designer ou outro; para que ele se estabeleça na carreira, é necessário investir tempo para ter o conhecimento especifico na área, aprender as técnicas, ter a prática regular, se estabelecer eticamente, além de ter estrutura emocional para lidar com os pontos altos e os pontos baixos da carreira que vão ocorrer naturalmente. Tantas histórias que se ouvem de carreiras perdidas porque grandes talentos não tiveram equilíbrio emocional para lidar com momentos de sucesso ou de fracasso.

Uma base sólida requer tempo, auto conhecimento e desenvolvimento pessoal em diferentes aspectos. O esforço vale a pena porque quando bem feito, o resultado pode ser uma obra de arte que pode durar gerações.

E se não estamos nessa vida para dar o nosso melhor, pra que será?

Por qual sonho você acorda todos os dias?

11 maio 2009

Aquele problema de sempre!



Sabe aqueles problemas, dificuldades e erros que se repetem, se repetem, se repetem e ... se repetem?

Eles são como aquela matéria da escola que faz o aluno repetir de série várias vezes; até que finalmente ele aprende, tira notas boas e passa de ano. (Considerando o tempo em que as escolas avaliavam decentemente os alunos – e, que ele seja íntegro para não trapacear.)

Para que o aluno esteja apto para o novo grau de aprendizagem, é necessário que ele tenha atingido um certo nível de conhecimento.

Se o aluno passa para a próxima série sem o devido preparo, ele acaba tendo mais dificuldade adiante porque ele não desenvolveu a parte fundamental daquele conhecimento.

A chance dele ter grande sucesso nas áreas da vida que depende daquele saber é reduzida consideravelmente.

O mesmo se passa no processo da vida.
Para que alguém esteja apto a progredir para um novo ou melhor nível de vida (melhor emprego, melhor saúde, melhores relacionamentos pessoais, etc.), é necessário que aprenda as lições da presente situação para que fique habilitado para os futuros desafios.

Por exemplo, uma pessoa que tem o desejo de quer ser rico para ter uma vida melhor. Supondo que esta pessoa tenha um salário razoável que, bem administrado, pagaria as contas e manteria uma vida decente; mas que por causa de má administração (gasta mais do que recebe, paga contas atrasadas, faz divida no cartão de crédito) leva uma vida difícil.

O que aconteceria se esta pessoa ganhasse na loteria ou tivesse o salário aumentado significativamente?

Como demonstram certos estudos, ela provavelmente faria os mesmos erros, só que desta vez, com mais dinheiro - voltando a levar a mesma vida de antes em pouco tempo.

Ou seja, a circunstância até mudou (tem mais dinheiro), mas o padrão de comportamento/erro se repete (a irresponsabilidade na administração do dinheiro) refletindo repetidos resultados na situação externa (dívidas ou má condição de vida).

As situações externas (relacionamentos, trabalho, finanças, desentendimentos, doenças, etc.) são, na verdade, reflexos da situação interna de cada indivíduo.

São sentimentos mau resolvidos, traumas, crenças ou mesmo algumas decisões (consciente ou inconsciente) que desencadeiam determinados padrões de comportamento.

O cenário de vida somente evolui para algo melhor se os mecanismos internos (psicológicos, emocionais, mentais) que desencadeiam determinado comportamento forem resolvidos de alguma forma. Caso contrário, a situação continua se repetindo.

Usando o caso da pessoa que quer ser rica, a má administração financeira pode ser causada por crenças negativas como por exemplo: ricos são egoístas, ricos são maus, os ricos passam por cima dos outros pra ganhar dinheiro, os ricos vão para o inferno e os pobres vão para o céu, etc.

Então, para a esta pessoa não ser “egoísta”, “má”, “trapaceira” ou “não ir para o inferno”, ela cria comportamentos que a mantenham “segura” na sua forma (consciente ou inconsciente) de pensar. Mantendo-se pobre, ela é supostamente “generosa”, “boazinha”, “honesta” e com o “caminho para o céu” garantido. E como reflexo desse pensamento, acaba trabalhando em empregos que pagam mal, não aprende a valorizar o próprio trabalho, administra mal o dinheiro, gasta mais do que recebe, etc.

Para esta pessoa passar para a próxima fase (ter uma vida financeira mais saudável), ela precisa trabalhar essas crenças e bloqueios internos. E, na medida que esses bloqueios são liberados, ela naturalmente terá melhores atitudes pessoais e financeiras; e, eventualmente, estará numa situação melhor.

Por isso, é importante dar atenção especial aos eventos e problemas repetitivos. Eles são projeções externas de bloqueios e pensamentos limitadores que causam repetição de certas circunstâncias.

A vontade e o esforço de reconhecer e superar essas limitações certamente é o que determina a velocidade da “graduação” para novas fases e, possivelmente, melhores.

E, o melhor caminho nesta dinâmica é a busca do auto-conhecimento.

Que pensamentos limitadores você precisa superar para realizar o sonho por qual acorda todos os dias?

26 abril 2009

Não tem nada no caminho de um sonhador que impeça as manifestações, a não ser o próprio sonhador (e os pensamentos limitadores).



O universo é abundante e diverso.
Tem de tudo - e muito de tudo - para todos.

Sonhos são os temperos da vida. Eles são destinados a sair do mundo das idéias e serem concretizados.

Sonhar, planejar e agir. Caso contrário, é ficar na fantasia.

Nessa linha de estratégias para a vida e manifestações, tem a escritora Marcia Wieder. Ela publicou, entre outros, livros como “Make Your Dreams Come True” (Faça o seus sonhos se tornar realidade) e “Doing Less and Having More” (Fazendo Menos e Tendo Mais). (Não encontrei publicação em Português)

O conceito de “fazer menos e ter mais” parece perfeitamente viável de acordo o livro. Resumindo exageradamente, a idéia é deixar de fazer, fazer menos ou conseguir ajuda para aquelas atividades que a pessoa não gosta, não quer ou não tem que fazer. Desta forma, pode-se priorizar e ter mais tempo para o que realmente é importante ou dá mais prazer para cada um.
O livro apresenta idéias e estratégias de como fazer isso.
Quem puder ler (em Inglês) , vale a pena.
(http://www.amazon.com/Doing-Less-Having-More-Want/dp/0688158242)

Nesta semana, a escritora Márcia Wieder fez uma conferência telefônica para divulgação do seu trabalho e falou sobre os “10 passos para fazer os sonhos se tornarem realidade”.
Os 10 passos vou publicar num outro momento, mas deixo aqui algumas idéias fundamentais.

De onde vem os sonhos?
De qualquer lugar. Eles são inventados. E podem ser qualquer coisa.
Nada é muito grande ou pequeno demais. Pode ser um trabalho mais divertido e que pague bem, mais tempo pra se cuidar, mais tempo com os filhos, salvar as baleias, acabar com a fome no Brasil, morar na praia, etc.
E não precisa ser um sonho do tipo “salve o planeta”. Pode ser algo simples que dê mais alegria no dia a dia.
Parte da nossa natureza fundamental é ser alegre (Desculpem-me aqueles que gostam de sofrer e vivem contra a própria natureza.)

Os sonhos são inventados, mas é melhor se eles estiverem alinhados com um “propósito maior”, a “expressão pessoal”, um “chamado da voz interna” – ou qualquer nome que queira dar a isso.

“Agir sem ter propósito, faz com que muitas pessoas escalem até o topo da montanha só pra descobrir que era a montanha errada.” (Márcia Wieder)

Você está escalando a montanha certa?

De acordo com Márcia Wieder, são 3 principais guias para realização dos seus sonhos:
* Clareza – ter clareza sobre quais são os seus sonhos.
* Acreditar – Acredite neles.
* Agir - Agir para para realizar seus sonhos.

Clareza: saber quais são os sonhos. Escrever e falar sobre eles.
ESCREVER OS SONHOS NO PAPEL. Contar para outras pessoas. Tirar eles da cabeça.
De acordo com a escritora, a maioria das pessoas não falam para os outros sobre os próprios sonhos não porque têm medo de que façam piadas a respeito, mas porque sabem que os outros vão esperar que alguma atitude seja tomada.
A maioria das pessoas não falam sobre seus desejos para não criarem compromisso com eles!
E acabam guardando tanto tempo para si até que se esquecem.
Você se lembra dos seus sonhos? Tem eles por escrito? Quem mais sabe sobre eles?

Acreditar
Acredite no seu sonho mesmo que todas as evidências não mostrem que é uma boa idéia.
Quem é a mídia, o mercado financeiro, a igreja ou as outras pessoas para dizerem o que é certo ou errado, bom ou ruim, se vai dar certo ou não?
Isso vale para sua mãe, pai, filho, qualquer parente, “melhor amigo(a)”, pastor, padre e etc que tente diminuir a possibilidade de um sonho.
Quem escreve a sua história? Você ou eles?

Agir
Demonstre na prática que você acredita nos seus sonhos.
Escreva no papel. Faça um plano, uma listas daquilo que pode ser feito para caminhar na direção dos objetivos: pesquisar na internet, buscar uma escola, entrar para um grupo on-line, buscar cursos, ler livros, contatar pessoas, buscar ajuda, etc.
Pelo menos um passo por dia. (Nem que seja a visualização do objetivo).
Passos de tartaruga podem levar muito longe. (Mais longe do que passo nenhum).
Consistência e persistência.
Qual é o passo que você vai dar hoje? E amanhã? E depois?


Por qual sonho você acorda todos os dias?

Iria Sebastião
Uma sonhadora que quer realizar e inspirar outros sonhadores e realizadores.